VEXAME: Janja expulsa filha de Lula do camarim durante o carnaval.
Clima pesou na avenida! Briga familiar entre primeira-dama Janja e primogênita do presidente Lula foi testemunhada por Alckmin.
Uma discussão acalorada entre a primeira-dama Janja da Silva e Lurian Cordeiro, filha mais velha do petista, transformou o camarote presidencial em palco de um verdadeiro barraco familiar no último domingo de Carnaval.
Razão da briga entre filha de Lula e Janja
Informações obtidas pela colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo dão conta de que a confusão começou quando Lurian ousou invadir a área VIP do camarote, um espaço restrito onde somente pessoas autorizadas pelo próprio presidente podiam entrar. Ao se aproximar para cumprimentar o pai, a filha mais velha de Lula foi surpreendida pela primeira-dama.
Segundo testemunhas, Janja mandou que Lurian encurtasse a conversa, desse um beijo no presidente e se retirasse imediatamente. A justificativa? O momento não era apropriado para longos diálogos familiares.
Lurian, visivelmente irritada, teria rebatido: queria falar com o pai e ponto final. Mas Janja não recuou. Pelo contrário, endureceu o discurso e exigiu que a enteada deixasse o recinto. Foi nesse instante que o clima explodiu de vez.
Reação de Lula
Enquanto as duas trocavam farpas, o presidente assistiu a tudo sem ter nenhuma reação. Fontes revelam que Lula preferiu não se envolver na confusão e limitou-se a dizer que conversaria com as duas em particular, longe dos holofotes.
O climão constrangedor teve como testemunhas o vice-presidente Geraldo Alckmin e sua esposa, Lu Alckmin, estavam na sala e não puderam evitar de presenciar a confusão familiar. Sem graça, os dois teriam permanecido em silêncio durante toda a discussão. Lurian deixou o camarote aos prantos, sob olhares de funcionários e seguranças
PL aciona TSE para produção de provas sobre homenagem a Lula na Sapucaí
O partido pediu a produção de provas sobre o financiamento do desfile com recursos públicos. Embora não peça a cassação de Lula por ora, o PL alega que há “fundados indícios” de “abuso de poder político e econômico” na homenagem ao petista.
“Teve-se a transmutação de um desfile carnavalesco em uma apoteótica peça de marketing político-biográfico e de ataque a opositores”, afirmou a legenda na petição. “É preciso a devida investigação, especialmente considerando a gravidade e a repercussão dos fatos”.
Segundo a legenda, o enredo da Acadêmicos de Niterói não se limitou a contar a trajetória de vida de Lula, promovendo ataques a adversários e fazendo referências a promessas de campanha, como o fim da escala 6 por 1. “Restou claríssima a construção de uma narrativa político-eleitoral de exaltação do mandatário e de grosseiro ataques aos seus concorrentes”, disse o PL.
A Acadêmicos de Niterói acabou rebaixada no carnaval carioca. Antes da representação do PL, o senador Flávio Bolsonaro (RJ), pré-candidato da legenda para a disputa à Presidência, criticou Lula por “fazer campanha antecipada para ele mesmo”. O desfile foi contestado na Justiça Eleitoral antes do carnaval, mas o TSE permitiu a apresentação, embora tenha alertado para riscos de propaganda eleitoral antecipada.
Outros partidos da oposição, como o Novo, prometeram ingressar com novas ações na Justiça contra o desfile.

