A obra descreve um cenário realista e baseado em dados oficiais: o disparo isolado de uma bomba atômica seria o estopim para reações automáticas entre países com arsenal nuclear, culminando em uma destruição em escala global em pouco mais de uma hora. Atualmente, segundo especialistas citados na reportagem, mais de 12 mil ogivas estão em condições de uso imediato no mundo.