Com 42,3%, Moro lidera disputa pelo governo do Paraná; Requião Filho tem 19,9%
247 – O senador e ex-juiz parcial Sergio Moro (PL) aparece na liderança da disputa pelo governo do Paraná, com 42,3% das intenções de voto no principal cenário estimulado, enquanto Requião Filho (PDT) registra 19,9%, segundo levantamento do Paraná Pesquisas, que também aponta favoritismo de Alvaro Dias (MDB), Deltan Dallagnol (Novo) e Gleisi Hoffmann (PT) para o Senado.
A pesquisa, contratada pelo PL, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PR-06978/2026 para os cargos de governador e senador. O levantamento ouviu 1.500 eleitores em 56 municípios do Paraná entre os dias 7 e 9 de junho de 2026. A margem de erro é de aproximadamente 2,6 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%.
Em um segundo cenário, sem Rafael Greca na lista, Moro sobe para 47,3%, e Requião Filho aparece com 23,5%. Sandro Alex marca 12,8%, Tony Garcia tem 1,9%, e Luiz França registra 1,5%. Nesse recorte, 5,4% não sabem ou não opinaram, e 7,5% indicaram nenhum, branco ou nulo.
Na pesquisa espontânea para o governo estadual, quando os nomes dos possíveis candidatos não são apresentados aos entrevistados, 66% não souberam ou não opinaram. Moro foi citado por 16,1%, seguido por Requião Filho, com 4,8%, Ratinho Junior (PSD), com 3,3%, Sandro Alex, com 2,1%, e Rafael Greca, com 1,6%.
O levantamento também mediu a percepção do eleitorado sobre quem deve vencer a eleição para o governo do Paraná. Nesse quesito, Moro foi apontado por 47,9% dos entrevistados, à frente de Requião Filho, citado por 14,8%, Rafael Greca, com 12,3%, e Sandro Alex, com 8,2%. Outros 15% não souberam ou não opinaram.
Na rejeição para o governo, Requião Filho aparece com o maior índice: 35% dos entrevistados disseram que não votariam nele. Moro tem rejeição de 23,6%, seguido por Rafael Greca, com 13,2%, Tony Garcia, com 11,3%, Sandro Alex, com 9,1%, e Luiz França, com 7,9%. Como a pergunta permitia mais de uma resposta, os percentuais não somam 100%.

Senado
Na disputa pelo Senado, o cenário estimulado em que cada eleitor poderia escolher até dois nomes mostra Alvaro Dias na liderança, com 37,7%. Deltan Dallagnol aparece em seguida, com 28,1%, tecnicamente próximo de Gleisi Hoffmann, que tem 25,2%, Filipe Barros (PL), com 24,2%, e Alexandre Curi (Republicanos), com 23,4%. Cristina Graeml (PSD) marca 13,1%, Dr. Rosinha (PT) tem 7,6%, e Hauly (Pode) aparece com 3,5%.
No segundo cenário estimulado para o Senado, sem Alvaro Dias, Deltan Dallagnol aparece numericamente à frente, com 30,5%, seguido por Filipe Barros, com 30%, Alexandre Curi, com 28,9%, e Gleisi Hoffmann, com 27,9%. Cristina Graeml tem 17,4%, Dr. Rosinha marca 11,6%, e Hauly registra 4,7%.
Em um terceiro cenário, Filipe Barros lidera com 40,3%, seguido por Deltan Dallagnol, com 36,4%, e Gleisi Hoffmann, com 30,5%. Dr. Rosinha aparece com 18,3%, e Hauly tem 7,6%. Nesse recorte, 7,1% não sabem ou não opinaram, e 11,8% disseram votar em nenhum, branco ou nulo.
Deltan Dallagnol pode pedir o registro de candidatura ao Senado pelo Paraná e se apresentar como pré-candidato. No entanto, segundo especialistas, ele está inelegível até 2030 em razão da decisão do TSE que cassou seu registro em 2023, ao entender que ele deixou o Ministério Público Federal na pendência de processos internos que poderiam resultar em punição. Por isso, embora possa tentar concorrer e recorrer na Justiça Eleitoral, a tendência jurídica é que um novo registro seja negado.
Na pesquisa espontânea para o Senado, 82,5% dos eleitores não souberam ou não opinaram. Deltan Dallagnol foi citado por 4,3%, Gleisi Hoffmann por 2,4%, Alvaro Dias por 1,7%, Alexandre Curi por 1,6%, Filipe Barros por 1,3%, Cristina Graeml por 0,4%, e Hauly por 0,1%.
O levantamento também mediu a rejeição para o Senado. Gleisi Hoffmann aparece com 45,1% de rejeição. Em seguida estão Dr. Rosinha, com 12,1%, Alvaro Dias, com 12%, Deltan Dallagnol, com 11,7%, Filipe Barros, com 7,9%, Cristina Graeml, com 7%, Hauly, com 6,7%, e Alexandre Curi, com 6,4%.
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