O processo é feito pelo Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), administrado pelo Serpro, que consulta o CPF e retorna se o usuário está “impedido” ou não. As verificações são realizadas quinzenalmente. Os bloqueios representam 10,4% dos beneficiários dos programas e 11,2% dos brasileiros que tentaram apostar ao menos uma vez em 2025.